Chaves de Juan José Bautista para compreender Enrique Dussel
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Palavras-chave

ontologia
epistemologia
categoria
crítica
cultura


Como Citar

Herrera Salazar, G. . (2024). Chaves de Juan José Bautista para compreender Enrique Dussel. Revista nuestrAmérica, (24), e13127317. https://doi.org/10.5281/zenodo.13127317

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DOI

https://doi.org/10.5281/zenodo.13127317

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Resumo

O referencial dos povos indígenas andinos de Juan José é a base para a crítica à ontologia moderna. Bautista, assim como Marx e Dussel, sempre fundamenta sua abordagem na vida humana como princípio, ponto de partida antropológico material, fonte de vida e criadora de estruturas ontológicas e epistemologias culturalmente situadas. O filósofo não é apenas um sujeito epistêmico; antes disso, é um corpo material vivo, um ser humano complexo. Consequentemente, seu trabalho não se reduz a uma intenção epistêmica, mas também, e em última instância, à transformação da realidade; no caso dos filósofos da libertação, à transformação da realidade das vítimas. Para isso, é necessária a construção de um marco categorial, como parte da atividade do pensar crítico. A forma de expressar esse pensamento filosófico nas civilizações de Abya Yala, anteriores a 1492, não é da maneira ocidental. O fato de que o pensamento crítico das civilizações originárias de Abya Yala não tenha sido expresso na narrativa filosófica da tradição ocidental não significa que não exista filosofia de libertação nativa entre nossos povos originários antes dessa data.

https://doi.org/10.5281/zenodo.13127317
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Referências

Bautista, Juan José y Katya Colmenares. 2021. «Claves para interpretar el pensamiento crítico de Enrique Dussel». En Filosofía de la Liberación. Antología, por Enrique Dussel. México: Akal.

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