Resumo
Dada a recente 'Proposta de estrutura curricular para a educação secundária de jovens e adultos' da província de Buenos Aires, o debate sobre a educação de adultos em geral, o fracasso do ensino secundário (se observamos os níveis de evasão e os dados oficiais) e a presencialidade ou semipresencialidade foi reaberto. Frente a essa tentativa de reforma, o presente trabalho tem como objetivo investigar qual é a relação entre a presencialidade, o currículo e o acesso ao conhecimento na educação de adultos. Para isso, analisaremos o texto da 'Proposta' com o referencial teórico selecionado para tal fim e, além disso, utilizando entrevistas com docentes da área em exercício, aportaremos um elemento adicional de análise para a questão da presencialidade especificamente.
Referências
Brusilovsky, Silvia. 2006. Educación escolar de adultos. Una identidad en construcción. Buenos Aires: NOVEDUC.
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Grinberg, Silvia. 2008. Educación y poder en el siglo XXI. Gubernamentalidad y pedagogía en las sociedades de gerenciamiento. Buenos Aires: Miño y Dávila.
Rodriguez, Mónica. 2012. “La construcción de la ‘gobernabilidad democrática’ o cómo educar el consenso a través de la educación de jóvenes y adultos: el caso de Río Negro”. En Jessica Visotsky y Gustavo Junge (Comps.) Inventamos o erramos, educación popular y lucha de clases, 81-101.Neuquén: EDUCO.

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